sexta-feira, 5 de agosto de 2011

CURSO ONLINE - ESCRITA CRIATIVA

Que tal colocar aquelas ideias no papel, ou terminar aquele livro que não sai da sua cabeça, ou ainda aprender técnicas para refinar a sua habilidade de escrever? Oferecido desde 2007, o curso 'Escrita Criativa' pode ser a resposta para esses desafios.

Resumo do Curso: “Escrita Criativa”

Objetivo: explorar a criatividade através da escrita e desenvolver técnicas de textos de ficção

Recursos utilizados: apresentação em power point, atividades, exercíos individuais e em grupo

Público Alvo: escritores; interessados em literatura em geral

Faixa Etária: irrestrita

Carga horária total: 7:00

Exercícios e atividades: 2:00

Exposição: 4:00

Aprofundamento e perguntas: 1:00

Valor: R$ 80,00 (para inscrições feitas até 20/08).

“Publique o Seu Livro” + “Escrita Criativa” = R$ 130,00

Conteúdo:

Explorando a criatividade

Elementos essenciais de um texto de ficção

Foco e ferramentas de produção literária

Escrita como um ato criativo

Aplicando as técnicas de escrita

Explorando o texto

Produção literária

MAIS INFORMAÇÕES: Norman Lance - conexoesbr@yahoo.com.br

Currículo do Proponente

Norman Lance é autor de cinco livros e especialista em publicação independente e escrita criativa. Seu mais recente trabalho é Conexões, publicado pela editora Planeta.

Lance oferece os cursos “Publique o Seu Livro” e “Escrita Criativa” desde 2007, tendo recebido apoio da Secretaria de Educação de Pernambuco, feito parceria com a Data Voice/Xerox do Brasil, além de ter apresentado os cursos em encontros literários em várias cidades do país.

Lance tem trabalhos publicados no Brasil, Inglaterra e Sri Lanka, foi colaborador do jornal Folha de São Paulo, e é mestre em estudos da America Latina pela Universidade de Cambridge.

CURSO ONLINE - ESCRITA CRIATIVA

Que tal colocar aquelas ideias no papel, ou terminar aquele livro que não sai da sua cabeça, ou ainda aprender técnicas para refinar a sua habilidade de escrever? Oferecido desde 2007, o curso 'Escrita Criativa' pode ser a resposta para esses desafios.

Resumo do Curso: “Escrita Criativa”

Objetivo: explorar a criatividade através da escrita e desenvolver técnicas de textos de ficção

Recursos utilizados: apresentação em power point, atividades, exercíos individuais e em grupo

Público Alvo: escritores; interessados em literatura em geral

Faixa Etária: irrestrita

Carga horária total: 7:00

Exercícios e atividades: 2:00

Exposição: 4:00

Aprofundamento e perguntas: 1:00

Valor: R$ 80,00 (para inscrições feitas até 20/08).

“Publique o Seu Livro” + “Escrita Criativa” = R$ 130,00

Conteúdo:

Explorando a criatividade

Elementos essenciais de um texto de ficção

Foco e ferramentas de produção literária

Escrita como um ato criativo

Aplicando as técnicas de escrita

Explorando o texto

Produção literária

MAIS INFORMAÇÕES: Norman Lance - conexoesbr@yahoo.com.br

Currículo do Proponente

Norman Lance é autor de cinco livros e especialista em publicação independente e escrita criativa. Seu mais recente trabalho é Conexões, publicado pela editora Planeta.

Lance oferece os cursos “Publique o Seu Livro” e “Escrita Criativa” desde 2007, tendo recebido apoio da Secretaria de Educação de Pernambuco, feito parceria com a Data Voice/Xerox do Brasil, além de ter apresentado os cursos em encontros literários em várias cidades do país.

Lance tem trabalhos publicados no Brasil, Inglaterra e Sri Lanka, foi colaborador do jornal Folha de São Paulo, e é mestre em estudos da America Latina pela Universidade de Cambridge.

CURSO ONLINE - PUBLIQUE O SEU LIVRO

Se você quer publicar um livro ou aprender algumas dicas para garantir que o seu livro vai chegar às mãos dos leitores, confira o curso “Publique o Seu Livro”


Resumo do Curso: “Publique o Seu Livro”

Guia para a publicação de um livro

Objetivo: mostrar todos os passos para publicar um livro

Recursos utilizados: apresentação em power point

Público Alvo: escritores; interessados em literatura em geral

Faixa Etária: irrestrita

Carga horária total: 5:30

Expositiva: 5:00

Perguntas e aprofundamentos: 0:30

Valor: R$ 80,00 (para inscrições feitas até 20/08).

“Publique o Seu Livro” + “Escrita Criativa” = R$ 130,00

Conteúdo:

Definindo Objetivos

Publicando por editora, editora-gráfica ou de forma independente?

Questões Autorais e Legais

Formatando o Livro

Algumas Estratégias para Levantar o Capital Inicial

Montando um Plano para o seu Livro

Principais Formas de Distribuição – Vantagens e Desvantagens

Principais Formas de Divulgação

Exemplos de sucesso

MAIS INFORMAÇÕES: Norman Lance - conexoesbr@yahoo.com.br

Currículo do Proponente:

Norman Lance é autor de cinco livros e especialista em publicação independente e escrita criativa. Seu mais recente trabalho é Conexões, publicado pela editora Planeta.

Lance oferece os cursos “Publique o Seu Livro” e “Escrita Criativa” desde 2007, tendo recebido apoio da Secretaria de Educação de Pernambuco, feito parceria com a Data Voice/Xerox do Brasil, além de ter apresentado os cursos em encontros literários em várias cidades do país.

Lance tem trabalhos publicados no Brasil, Inglaterra e Sri Lanka, foi colaborador do jornal Folha de São Paulo, e é mestre em estudos da America Latina pela Universidade de Cambridge.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

QUARTA-FEIRA, DIA 3 DE AGOSTO!





Venha conhecer o lançamento do livro Conexões de Norman Lance publicado pela Editora Planeta.

Endereço:
Livraria da Vila
R. Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena – São Paulo/SP
a partir das 19h

Imperador Perdido

Em 1402 o imperador chinês Zhu Yun Wen foi deposto pelo seu tio Zhu Di. O antigo imperador desapareceu no meio do caos das batalhas entre os dois exércitos. Acreditou-se que ele havia fugido disfarçando-se de monge. A história nunca mais registrou o seu nome desde então.

O que teria acontecido a ele? A morte é a opção menos interessante. Imagine se ele realmente se disfarçou de monge e, após viver a opulência, ser elevado a um estado de deus vivo, de desfrutar todos os prazeres da corte imperial, ele tenha simplesmente entrado em uma vila, pegado um pedaço de terra e tenha vivido pacatamente os anos que lhe faltavam. O que se passava em sua mente? Estaria ele mais feliz? Como seria ver e viver dois mundos tão distintos? (e num tempo sem televisão, revistas e culto a imagem isso seria possível). Nascer na glória imperial e morrer como um fazendeiro ou pescador no interior da China do século 15?

Nas histórias (ficção) só se preocupa em relatar o que se passa com os personagens centrais, mas e o que será que acontece com os demais? E na história real, o que se passa com os personagens deixados de lado, qual é o fim deles e como eles vivem até o dia derradeiro? Não seria a vida deles muito mais rica do que a previsível história do herói, da heroína, da donzela e do vilão? Não estaria ai, nas bordas, nos esquecidos, a ficção que valeria a pena ler, que renovaria os já batidos tema da literatura, cinema, teatro e tv?

Vale sempre a pena imaginar. Espero postar em breve uma vida imaginária do imperador Zhu Yun Wen, esquecido pela história em alguma vila litorânea de uma antiga China.

3a Parte

O terceiro extrato do livro Psicopatologia da Vida Cotidiana, de Sigmund Freud, narra um caso passado no início do século 20 com um jovem alemão. Aqui, mais uma vez, o aspecto narrativo, a qualidade literária do texto, fascina. Além da percepção de uma sutil ação da mente, o texto pode ser lido como um conto muito engenhoso. Numa sociedade sexualmente repressiva, com valores rígidos e dolorosos para aqueles que viviam sob os seus dogmas, se passou o seguinte:

“Um jovem foi apresentado a uma senhora inglesa hospedada na mesma pensão e simpatizou-se com ela. Na primeira noite após terem sido apresentados, conversando na língua da terra da senhora, que ele conhecia muito bem, o jovem quis dizer ouro em inglês. Apesar de seus esforços para encontrá-la, a palavra não lhe ocorreu. Em vez dessa, a palavra francesa or¸ a latina aurum e a grega chysosimpuseram-se obstinadamente como substitutas, tanto que ele só as rejeitou com muito custo, apesar de saber que elas não tinham parentesco com a palavra que ele procurava. Por fim, o único caminho que encontrou para se fazer entender foi tocar um anel de ouro na mão da senhora; e, muito embaraçado, ele assim soube por ela que a palavra tão procurada para dizer ouro era “gold” exatamente como a palavra alemão, ou seja, “Gold”. O grande valor desse contato, que o esquecimento favoreceu, não estava meramente na satisfação incontestável do instinto de tomar ou tocar – porque para isso existem outras oportunidades ansiosamente explorada por pessoas apaixonadas. O valor está muito mais na maneira em que o contato ajudou a esclarecer as perspectivas do galanteio. Especialmente se estivesse simpatizando com o companheiro de diálogo, o inconsciente da senhora adivinharia o objetivo erótico do esquecimento, oculto pelo disfarce da inocência. A maneira de ela corresponder ao contato e aceitar a sua motivação pôde, assim, tornar-se um meio – inconsciente para ambos, mas muito significativo – de chegarem a um entendimento sobre as chances do flerte iniciado pouco antes.” Pág. 57/58

+ Freud literário

Esse é o segundo extrato de Psicopatologia da Vida Cotidiana, de Sigmund Freud, publicado aqui. Anteriormente vimos um trecho de pura literatura, de engenhosidade só encontrada nos contos populares. O trecho de hoje é mais teórico. Ele nos permite pensar de uma forma mais ampla sobre os diversos aspectos da atividade humana, seja ela expressa pela cultura, religião, mitologia ou pelas ações rotineiras da mente. O extrato abaixo pode ser o ponto de partida para se analisar a forma humano-animal dos deuses egípcios, a relação do homem com a natureza, das construções teóricas sobre o mundo natural.

“Quando os seres humanos começaram a pensar, foram forçados, como se sabe, a explicar o mundo externo antropomorficamente, através de múltiplas personalidades semelhantes a si mesmos; eventos casuais, que eram interpretados por eles superticiosamente, eram desse modo atos e manifestações de pessoas. Eles se comportavam, portanto, exatamente como paranóicos, que tiram conclusões de sinais insignificantes fornecidos por outras pessoas, e exatamente suas estimativas a respeito do caráter dos vizinhos nos atos involuntários e casuais deles.”

Psicopatologia da Vida Cotidiana. Sigmund Freud – Imago Editora, 1976 RJ. Pág. 310

quinta-feira, 28 de julho de 2011

LANÇAMENTO E COQUETEL

Misticismo, natureza e novas narrativas

Benny Shanon é especialista em psicologia cognitiva da Universidade Hebraica de Jerusalém e afirma que Moisés pode ter ingerido ayhuasca, o nosso chá do Daime, ou alguma substância parecida.

E por que não?

A afirmação foi publicada nesta semana em um artigo na revista de filosofia Time and Mind e causou revolta em Israel (em especial pelo fato do autor ser um judêo-israelense-acadêmico).

Benny Shannon já visitou o Brasil e tomou o chá do Daime pelo menos umas 100 vezes. Segundo ele a criação dos Dez Mandamentos poderia ser conseqüência de uma experiência com substâncias psicotrópicas de plantas existentes inclusive no deserto do Sinai.

Benny, em entrevista para a BBC Brasil, disse o seguinte:

"Tudo começou quando estive no Brasil em 1991, a convite da Unicamp, para dar uma palestra sobre linguagem e pensamento. Depois da palestra, viajei pelo Brasil por dois meses e experimentei pela primeira vez o chá do Daime em Rio Branco, no Acre."

"Também participei de rituais religiosos e espirituais do Santo Daime, apesar do fato de que não sou adepto de nenhuma religião. Tinha 42 anos naquela época, e a experiência mudou a minha visão do mundo", afirma. Comecei, então, a pesquisar os efeitos dessa planta sob o aspecto da minha área, a psicologia cognitiva."

“Na Bíblia, há frases como 'o povo viu as vozes', que me chamaram a atenção, pois descrevem exatamente a sinestesia que ocorre com a ingestão da ayhuasca", afirma Shanon. "Encontrei frases semelhantes em textos e cânticos de outras religiões."

E ele não para por ai. "Cheguei a conclusão de que, nas religiões mais antigas, como a zoroastra e a hinduísta, também houve rituais ligados à ingestão de substâncias que levam a alterações cognitivas, nos quais os participantes 'viram Deus' ou 'viram vozes'."

O que diriam os catequizadores português, os Vieiras, Anchietas e tantos outros que se empenharam em exterminar a cultura, crença e modo de viver dos nossos índios se ouvissem que o grande profeta Moises usava substâncias similares às dos nossos índios para entender melhor o mundo ao redor?

Baseado no artigo de Guila Flint Teoria de que Moisés tomou chá do Daime cria polêmica em Israel;
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/03/080304_moisesdaime_gf.shtml

Psicotexto

Provavelmente um dos livros mais brilhantes de Freud, Psicopatologia da Vida Cotidiana pode ser lido também pelas suas qualidades literárias. É como um bestiário, uma coleção de mitologias modernas, um acesso à vida mental pelos fragmentos inacabados dos caminhos que ela percorre. O extrato abaixo pode ser lido como o motivo de um conto. Ele revela o que a sabedoria popular a muito nos diz, que somos traídos pelos nossos pequenos erros, que pequenos gestos podem revelar intenções profundas.


“Após demoradas lutas internas, esse jovem extremamente cauteloso conseguiu chegar ao ponto de propor casamento à jovem que o amava há muito tempo, assim como ele a amava. Acompanhou a noiva até a casa dela, despediu-se e, na maior felicidade, entrou no bonde e pediu duaspassagens. Cerca de seis meses mais tarde ele havia casado, mas sem conseguir adaptar-se à felicidade da vida conjugal. Estava em dúvida quanto a ter feito bem em se casar, sentia falta das antigas relações com seus amigos e via muitos defeitos em seus sogros. Certa noite foi buscar a jovem esposa na casa dos pais dela, entrou no bonde com a esposa e contentou-se me pedir apenas uma passagem.” Pág. 272/273

Psicopatologia da Vida Cotidiana. Sigmund Freud – Imago Editora, 1976 RJ.

terça-feira, 26 de julho de 2011

LANÇAMENTO E COQUETEL


Venha conhecer o lançamento do livro Conexões de Norman Lance publicado pela Editora Planeta.

Conexões é um livro repleto de intrigas, suspense e com um enredo que lida com um dos grandes temores humanos: quanto poder tem a nossa mente e do que os cientistas são capazes para explorá-la?

Norman Lance questiona os limites do ser humano em um suspense arrepiante.

Endereço:
Livraria da Vila
R. Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena – São Paulo/SP

(11) 3814.5811

segunda-feira, 18 de julho de 2011

O Começo...


CONEXÕES

quando se ousa romper as fronteiras da mente...

“O TODO é MENTE; o Universo é Mental”

Corpus Hermeticum

“Em uma questão de poucos anos, a TNA irá oferecer uma solução segura, saudável e sem efeitos colaterais para condições mentais que hoje são tratadas com drogas pesadas.”

Boris Dortman

Vice-Presidente da TNA.

In: Quaternário de Biociências. Nov. 1999.


CAPÍTULO 1

Março de 2001

O toque do telefone rompeu o silêncio da madrugada. Apesar do horário, Adrian estava acordado, debruçado em um dos mais intrigantes livros do mundo ocidental; o Grimorium Verum. A verdadeira origem do livro é discutida ainda hoje. Acredita-se que foi escrito em algum ponto do século 13 por um certo Alibek, o egípcio, e publicado no Cairo. O Grimorium Verum é tido como um dos livros mais atrozes do gênero, em especial devido ao ritual de necromancia descrito em detalhes. E era justamente isso o que mais atraia Adrian. Ele tinha grande interesse nas ciências antigas, na forma como os conhecimentos mais diversos, como os da Goetia, da magia, dos sutras hindus ou das revelações dos sufis, poderiam se relacionar com a ciência moderna. Alguns pensadores mais extremados chegam a afirmar que a ciência moderna nada mais é do que a redescoberta de tudo aquilo que já está escrito em tratados místicos. Os seguidores dessa linha de pensamento têm fortes evidências. Nos Vedas, por exemplo, milênios antes de filósofos europeus calcularem erroneamente a idade da Terra com base em mitos bíblicos, já se dizia que o universo era composto de inumeráveis planetas e tinha bilhões de anos. O Princípio da Vibração, contido no Caibalion, um texto que remonta ao Antigo Egito, postulou algo que só viria a ser afirmado pela física quântica; a inata vibração de tudo que existe. Descobertas feitas a partir da relatividade foram antevistas em escrituras zen, e milhares são as outras evidencias que surgem a cada dia.

Leia a continuação em

Primeiro capítulo completo em

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Escrevendo

Alguns dizem psicografar. Recebem espíritos que guiam sua mente na construção de livros que eles ignoram o conteúdo. Alguns podem até mesmo escolher o espírito que neles irá encarnar (será que no futuro alguém irá produzir Harry Potter 23; Os Lusíadas 2 – A Missão; ou A Volta de Dom Casmurro?).

Eu só escrevo. Mas sei que é possível através de escrita entrar em umbrais mais interessantes do que a estética dos espíritos nos mostra. Não que os tenha alcançado, mas qualquer expressão artística pode nos libertar das banalidades do dia a dia e nos lançar no profundo esquecimento das sensações corriqueiras. Parar de pensar nos problemas, parar de relembrar o dia, esquecer os incômodos e deixar alguma parte mais remota preencher nossos pensamentos.

Assumir o irreal é algo comum aos atores. Eles, todos pensam, literalmente encarnam os seus personagens, são cruéis um dia e no outro interpretam um amante (dizem que Val Kilmer ao interpretar Jim Morrisson exigia ser chamado por “Jim” no estúdio). Mas o ator, apesar de viver sua criação, algo que o escritor não consegue, segue um plano. O escritor tem diante dele o desconhecido, e com isso o ilimitado, pois escrever permite viver outro corpo, outra mente, sentir lugares extintos, tocar objetos irreais, ter relações que nunca tivemos. Nos permite mergulhar na mente de um fanático, nos bocejos de um promotor corrupto ou destroçar um cadáver a procura de um fio de ouro que caiu na última refeição do defunto. A literatura, que é uma expressão tão intimista, onde o autor prescinde do contato direto com o público, nos permite explorar os nossos limites pessoais. Os limites da literatura são, na verdade, os limites do autor e do leitor, da nossa pobreza, da miséria do mundo.

Mais em:

http://www.editoraplaneta.com.br/descripcion_libro/8146

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Escrita Criativa

3 Elementos essênciais do texto de ficção

1. Personagem

Quando dizemos que um personagem é um elemento de uma história isso quer dizer que ele pode ser identificado nela. Ele é uma peça dentro da história. Nesse caso, uma peça essencial, pois não existem histórias sem personagens. Eles podem ser uma TV (como no livro 54, de Wu Ming), uma cigarra (La Fountaine), ... mas ele é inevitável, pois sem ele (e os demais elementos essências) o próprio ato de criar uma história fica comprometido.

Nem mesmo as inovações advindas do modernismos e movimentos posteriores (que tinham o objetivo explícito de descontruir o texto e seus valores) logrou eliminar os elementos essências da ficção.

É possível escrever um livro de aforismas, pensamentos, uma crônica, um texto acadêmico ou de outro tipo sem que haja personagens, mas não é possível escrever uma ficção sem o personagem.


EXPLORE SUA CRIATIVIDADE, SE TORNE UM ESCRITOR OU ESCRITORA, MOSTRE AO MUNDO O SEU POTENCIAL COM AJUDA DO CURSO ESCRITA CRIATIVA (CONTATO: conexoesbr@yahoo.com.br), ON-LINE OU NA SUA CIDADE.


sexta-feira, 1 de julho de 2011

Cursos Gratuitos!

Neste mês de Julho estou organizando vários mini-cursos gratuitos e dicas sobre como escrever e publicar um livro. Estou fazendo isso para divulgar o livro Conexões, publicado pela editora Planeta.

Você terá a oportunidade de tirar dúvidas, entender os passos mais importantes para escrever e publicar um livro (com ênfase na publicação independente).

Para participar, deixe um comentário aqui ou mande um e-mail para conexoesbr@yahoo.com.br e você receberá uma lista com os horários e dias disponíveis. A maioria dos cursos será feito pelo Skype.

Confira também dezenas de matérias sobre o assunto neste blog e nos links do Orkut: